Casa com história

BH recebe exposição de antiguidades com potencial para fazer chorar amantes da arte

iG Minas Gerais | Juliana Dapieve Grossi |

fotos Mateus Baranowski/divulgação
Riqueza. Serviço em porcelana Companhia das Índias, que pertenceu a dom João VI
Duas exposições em curso na cidade, uma na galeria de arte Sandra e Márcio e outra na Templuz, prometem agitar o mercado de decoração na cidade. A primeira, literalmente preciosa, é intitulada Jewels for Home e tem curadoria de Márcio Ferreira, diretor da Sandra e Márcio. Lá, estão expostas e à venda cerca de 250 peças em cristal Baccarat, porcelanas Companhia das Índias, caixas chinesas e opalinas. Dentre os itens, o público poderá conferir um conjunto de porcelanas que pertenceu a dom João VI, além de dezenas de objetos que datam do fim do século XVIII ao início do século XX. As peças vêm essencialmente da Inglaterra e da França, não por acaso os países mais ricos da Europa no período em que foram produzidas. Essa é a primeira vez que uma seleção com tantos itens raros pode ser vista na capital mineira – mas a exposição tem curta duração: termina nesta segunda (11). Luz e madeira Também no rol das exposições com venda aberta – mas com objetos, matérias-primas e perfil totalmente diverso – está a mostra de Geraldo Cézanne para a Templuz. O artista plástico se inspirou na natureza para produzir objetos iluminados, criados a partir do uso da madeira de reflorestamento e iluminados por LEDs. O resultado deu origem à “Árvore da Vida”, que pode ser conferida até 13 de dezembro no segundo andar da loja de iluminação.

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