Moradores colecionam histórias de perigo

iG Minas Gerais | ALINE LOURENÇO |

Enquanto a estrutura subterrânea continua subutilizada, a reportagem de O TEMPO flagrou cenas em que por pouco os pedestres não foram atropelados. Na avenida 2.332, há apenas sinalização no asfalto indicando que os motoristas devem parar, mas não há faixas de pedestre ou redutores de velocidade. “Todo dia é essa briga de quem vai passar. Deveria ter pelo menos um semáforo”, avalia o vendedor Adriano Teixeira, 25, que há dez anos trabalha no ponto.   A funcionária de call center Eliane Gomes, 26, quase foi atingida por um carro, na semana passada, quando tentava atravessar a avenida com a sobrinha de 2 anos. “É muito perigoso. É uma descida muito íngreme. Se o motorista vier em alta velocidade, não vai conseguir parar”. Ainda segundo os usuários do metrô e os moradores, o fluxo de veículos na avenida aumentou nos últimos meses, já que a via, que antes era fechada e terminava na estação do Minas Shopping, teve que ser ampliada até a entrada da loja de materiais de construção Leroy Merlin. 

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