Presidente das Filipinas diz que número de mortes subirá

Segundo estimativa da secretária-geral da Cruz Vermelha das Filipinas, Gwendolyn Pang, ao menos 1.200 pessoas perderam a vida após a passagem do tufão

iG Minas Gerais | Da Redação |

AP Imagens
O presidente Benigno Aquino III fez provisões para um cenário de guerra, com três aviões cargueiros C-130 da força aérea e 32 helicópteros militares em prontidão, assim como 20 navios da marinha
O número de pessoas mortas nas Filipinas, vítimas do tufão Haiyan, deverá ser "substancialmente maior", afirmou neste sábado (9) o presidente do país, Benigno Aquino III, sem, no entanto anunciar um dado oficial. "Nós ainda não estamos preparadas para dizer qual o número de vítimas até o momento", disse em rede de televisão local. Segundo estimativa da secretária-geral da Cruz Vermelha das Filipinas, Gwendolyn Pang, ao menos 1.200 pessoas perderam a vida após a passagem do tufão. Aquino III afirmou ainda que a prioridade do governo no momento é restaurar a energia e a comunicação nas áreas atingidas pelo tufão, além do atendimento às vítimas. Ainda de acordo com o presidente, o país tem recursos suficientes para atender os locais afetados, mas países como Israel e Nova Zelândia já ofereceram ajuda.

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