Prezado Paulo

iG Minas Gerais | Paulo Bressane |

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Respeito a tua opinião (pela educação nas palavras logo se vê que o leitor não é um esquerdista patológico). Porém, dela não comungo por vislumbrar que o rompimento do regime democrático por intermédio de um golpe tenha sido a via adequada para a tomada do poder e a implantação de um regime de força que persistiu por mais de duas décadas. Na tua coluna você fez referência a uma palestra proferida por um Oficial da Reserva no Círculo Militar. Possivelmente, este agente do Estado tenha agido nos bastidores na época dos tempos sombrios que - dentre outras coisas - proibia a liberdade de imprensa. Eu sou contrário a dar voz a essas pessoas que merecem ser relegadas ao ostracismo”. Concordo, os “tempos sombrios” deveriam ter ficado para trás, mas isso a esquerda doentia jamais permitiu. Ao contrário, sempre fez questão de potencializar mentiras e falsear verdades. Não resta dúvida de que houve excessos por parte do governo militar, mas porque ignorar o contexto histórico dos fatos e nos calarmos frente a verdades incontestáveis? Logo de início devemos nos lembrar que nunca vivenciamos uma ditadura real, como em Cuba, onde os cidadãos são proibidos de ir e vir, não tem direito a propriedades e desconhecem a liberdade de escolha. Aqui presenciamos um regime militar, que tomou o poder para se opor à tentativa de implantação do comunismo no país. Aliás, Fidel Castro – o carrasco que leva os petistas às lágrimas – foi um dos que financiaram a tentativa de nos atar aos grilhões socialistas. A democracia que hoje usufruímos não foi sufocada pelos militares, mas, sim, salva por eles. Ao tomar o poder em 1964, o general Castelo Branco tinha em mente um governo de transição, com eleições livres já em 1968, porém, diante dos movimentos pro comunismo, optaram por se manter no comando reprimindo grupos terroristas que se formavam no país (Dilma no meio). Sentindo a situação se normalizando, voltaram a entregar o poder de forma pacífica e democrática. Hoje, os estrategistas patológicos do comunismo – falido economicamente – usam os menos esclarecidos como arma de arribação, para infiltrar sua ideologia mentirosa, corrupta, e irresponsável nas mentes aprisionadas por nossa miséria educacional e cultural. Entre a gente - A Inglesa recebeu duas importantes chancelas por seu trabalho inovador e socialmente responsável. A empresa, 100% brasileira, atua em todo o Brasil. São 53 anos de atividades na fabricação de produtos de limpeza doméstica, automotiva e profissional. - O médico João Henrique Penna Reis foi o presidente do 17º Congresso Brasileiro de Mastologia Geral. Henrique Salvador Silva foi o presidente de honra e Waldeir de Almeida Júnior, presidente da comissão científica. Nomes expressivos, a nível mundial, marcaram presença no evento, um dos maiores nos últimos tempos. - A política de RH implementada pela distribuidora de combustíveis ALE levou a empresa a figurar, pela nona vez, no ranking das melhores empresas para trabalhar no Brasil.

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