Servidores da Fhemig protestam em frente a hospital no Padre Eustáquio

A greve começou na segunda-feira e os manifestantes decidiram protestar em frente a um hospital por dia denunciando a precariedade do sistema de saúde

iG Minas Gerais | JULIANA BAETA |

A greve dos servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), que começou nessa segunda-feira (4), continua. Dando continuidade a ideia de realizar protestos denunciando as precariedades de hospitais da Fhemig, a manifestação desta sexta-feira (8) é no Hospital de Pronto-Socorro Alberto Cavalcanti, localizado no bairro Padre Eustáquio, na região Noroeste da capital. Os pacientes da unidade de saúde estão sem atendimento. Segundo uma das representantes da Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg), Mônica Abreu, cerca de 300 servidores da Fhemig estão na frente do hospital com cartazes e faixas. Eles organizam um relatório das irregularidades do hospital e pretendem fechar a rua Pará de Minas, a principal via de acesso do Padre Eustáquio a bairros como Alípio de Melo, Pindorama e Pampulha, por volta de 11h30. Uma alternativa de desvio para os motoristas fugirem da possível interdição é a avenida Pedro II, paralela a rua Padre Eustáquio. Nessa quarta-feira (6), aconteceu uma reunião entre os representantes da Asthemg e o governo do Estado para decidir sobre os rumos da greve, mas os servidores da saúde saíram insatisfeitos, já que não houve nenhum acordo. "Não houve proposta. Sobre a redução da carga de trabalho de 40 para 30 horas, como era antes, fomos informados que, no primeiro momento, apenas alguns funcionários poderão trabalhar com a carga de 30 horas. Já sobre o reajuste salarial, nada nos foi apresentado", disse o diretor da Asthemg, Carlos Augusto Martins. Uma nova reunião deve ocorrer na próxima semana. 

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave