Grupos defendem ocupação livre da rua

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

Um dos pontos que ainda é debatido entre o poder público e os blocos de rua diz respeito a um posicionamento conceitual. “Alguns blocos querem ser vistos como manifestação cultural. Por mais que eles não tenham vínculos partidários, ocupar a rua é uma maneira de expressão política”, explicou a produtora do Baianas Ozadas, Renata Chamilet. No entanto, o grande problema é que manifestações culturais não preveem planejamentos de infraestrutura. Daí a importância do cadastramento dos blocos, segundo a Belotur. “Precisamos desse controle até mesmo para garantir tranquilidade e segurança, e também para administrar as ruas, para que um bloco não marque em um local onde outro já estará desfilando”, exemplificou o diretor de operações e eventos turísticos do órgão, Luiz Felipe Barreto. Monografia. Integrante do bloco Unidos do Samba Queixinho, a estudante Ana Clara de Carvalho, 26, está desenvolvendo uma monografia sobre o Carnaval de rua em Belo Horizonte e defende o caráter de manifestação cultural do evento. “Existe aqui uma classe criativa que está mudando a cara da nossa cidade”.

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