Instituto Royal encerra atividades no interior paulista

Empresa se envolveu em polêmica ao utilizar cães beagles em testes. Ação de ativistas causou danos irreparáveis, diz empresa

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Associated Press
A demonstrator holds up a sign that reads in Portuguese "Set free the dogs held underground!" outside the Instituto Royal laboratory during a protest against drug testing on animals in Sao Roque, Brazil, Saturday, Oct. 19, 2013. On Friday, activists broke into the lab and released beagle dogs being used to test for adverse effects of drugs manufactured by the pharmaceutical industry. Protesters returned Saturday to see if there were more animals in the building. (AP Photo/Nelson Antoine)
O Instituto Royal, alvo da polêmica sobre testes em beagles, encerrou as atividades no interior paulista. Em comunicado, o laboratório informa que  o Conselho Diretor do Instituto decidiu interromper definitivamente os trabalhos de pesquisa em animais, em São Roque, devido às perdas irreparáveis  que sofreu com a ação dos ativistas em defesa dos animais. O laboratório foi invadido por um grupo na madrugada do dia 18 de outubro, que levou todos os cães da raça beagle e alguns coelhos que eram usados em testes. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que o governo poderá realizar um superávit primário inferior aos 2,3% do Produto Interno Bruto previsto para este ano. Segundo ele, o governo central, composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, fará uma economia equivalente a 73 bilhões de reais, ou 1,5% do PIB. O restante, no entanto, caberá a estados e municípios. A concentração de gases de efeito estufa na atmosfera bateu um novo recorde em 2012, de acordo com  Organização Meteorológica Mundial. Segundo a agência da ONU, os três principais gases de efeito estufa - dióxido de carbono, de metano e  óxido de nitrogênio - provocam o aquecimento do planeta. Entre 1990 e 2012, a mudança na radiação do sistema climático provocada pelos gases aumentou em 32% o aquecimento da Terra. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária suspendeu a fabricação, importação, comercialização e manipulação de um medicamento usado para emagrecer. O  princípio ativo lorcaserin foi aprovado pelo FDA, agência que regula alimentos e remédios nos Estados Unidos, em 2012, e começou a ser comercializado em 2013. Segundo a Anvisa, não foram constatadas a eficácia e segurança de medicamentos que contenham o insumo farmacêutico, portanto fica proibido o uso aqui no Brasil.

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