Jovens são atraídos para as galerias

iG Minas Gerais | Carlos Andrei Siquara |

Apesar do encontro com diversas obras, via o ambiente das galerias de arte, ser menos aproveitado do que poderia, galeristas relatam o crescimento do interesse de jovens na faixa entre os 20 e 30 anos por esses espaços. “O público que frequentava a Galeria Livrobjeto há cerca de 15 anos era de duas gerações acima daquele que tem aparecido atualmente”, exemplifica Fernando Pedro, diretor da casa.   Para a galerista Beatriz Lemos de Sá, isso reflete as transformações recentes do país, como a maior parcela de população jovem em atividade e a própria influência dos centros culturais no cenário local. “Até pouco tempo Belo Horizonte era carente de museus. Nós estamos presenciando movimentos novos também comas feiras de arte. Esse é um outro fator que tem alimentado o interesse das pessoas porque isso chega até elas por diversas vias, em matéria em emissoras de televisão, internet e jornais”, observa Beatriz. Diretora artística da AM Galeria, Emmanuelle Grossi, aponta que uma estratégia empregada para dialogar com essa faixa de visitantes tem sido o uso das redes sociais. “O Instagram, por exemplo, tem se mostrado muito útil e essa é uma ferramenta que atrai os jovens. Recentemente eu publiquei uma foto da exposição do Ricardo Homen e as pessoas comentam: nossa, que trabalho lindo. Isso desperta a curiosidade e aumenta a popularização do espaço”, diz Emmanuelle. Cícero Mafra compartilha experiência semelhante. “Estamos no Instagram e no Facebook. Ali divulgamos as exposições que em 2014 pretendemos ampliar”, diz .

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