Manifestação complica chegada de fãs a show no Mega Space

Motoristas foram obrigados a estacionar a 5 km do evento e seguir a pé ou de táxi

iG Minas Gerais | Ludmila Azevedo/ Ludmila Pizzarro/Priscila Brito/Gustavo Lameira |

O protesto de moradores de Santa Luzia, logo na entrada do município, fez com que centenas de pessoas que vinham de carros, táxis e vans para o Mega Space onde acontece o Circuito Banco do Brasil estacionassem ou literalmente abandonassem os veículos, sob a pena de perder as principais atrações do festival, na noite deste sábdo (2).   Após a barreira feita pelos manifestantes, onde o trânsito está liberado, taxistas cobram R$ 5 por passageiro pelo trajeto até o local do evento, que é de cerca de 5 km.   A organização informou que não vai mais se pronunciar sobre os prpbelmas causados pela manifestação.   Programação A programação foi aberta com Gaby Amarantos, que convidou Fernanda Takai, do Pato Fu, para uma canja. Elas cantaram "debaixo dos caracóis", de Roberto Carlos e "sonífera Ilha", dos Titãs. Na seqüência veio o Tianastacia,  que homenageou o Charlie brown Jr.,  banda cujos integrantes Chorão e Champinhon morreram neste ano.  O Jota Quest, além dos hits "facil" e " na moral", tocou "tempos modernos", de Lulu Santos. o Rappa foi o próximo a subir ao palco. A noite será encerrada pelas atracões internacionais; os nova-iorquinos do yeah yeah yes e os californianos do Red Hot Chili Peppers para um público estimado de 40 mil pessoas.   Mal organizado   O uniforme predominante da noite é a camiseta preta  com estampa  Red Hot Chilli Peppers. No entanto, a falta de organização para o evento irritou muitos pessoas. Alessandra Machado, de 34 anos, que trabalha na indústria alimentícia, se decepcionou. "Tá muito difícil pegar ficha para comprar bebida. Para um evento desse tamanho, faltou mais pontos de vendas, faltou também identificar melhor esses postos".   O administrador Leandro Dias, de 32 anos, reclamou da cerveja. " Vim pro show do Red e a cerveja não está gelada, e está cara. Estão vendendo a R$ 6. Para mim, R$ 4 seria o ideal", disse.   Lívio Giorgini, 46, contou que foi roubado. "Um cara esbarrou em mim, fingindo estar bêbado. Eu amparei, tentei ajudar, e depois dei falta da minha carteira".    Até a repórter de O TEMPO teve sua mochila roubada, enquanto se descuidou por um minuto, enviando o material para a redação.                                          

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