Beber com os amigos duas vezes por semana pode ser benéfico

Excesso de bebida alcoólica no fim de semana pode causar danos duradouros

iG Minas Gerais |

Amizade. Encontro com os amigos, seja no bar ou durante esporte em equipe, favorece o bem-estar masculino
Oxford, Reino Unido. Um estudo curioso afirma que os homens devem sair para beber com os amigos duas vezes por semana se quiserem reforçar sua saúde. A pesquisa foi realizada por Robin Dunbar, diretor do grupo de pesquisa social e evolucionário de neurociência da conceituada Universidade de Oxford, no Reino Unido. O estudo indica que os homens devem aproveitar as “noites com os caras” para se socializarem, beberem e rirem juntos. Além disso, a prática de esportes em equipe também é um fator contribuinte para melhorar a saúde masculina, afirma o pesquisador. Dunbar ainda diz que eles devem se reunir em um mínimo de quatro pessoas, a fim de colherem os benefícios da amizade masculina. Um outro estudo independente do primeiro ainda diz que os homens em grupo se tornam mais atraentes do que sozinhos.Esses benefícios são para a saúde como um todo, além de o convívio constante ajudar os pacientes a se recuperarem mais rapidamente de doenças e aumentar o nível de generosidade dos homens.“Laços podem ser formados por meio de uma série de atividades, como esportes ou simplesmente um copo de cerveja no bar com os amigos”, disse o pesquisador em seu estudo.Guinness, a marca irlandesa famosa de cerveja, participou do estudo. E, nada surpreendentemente, recomenda os benefícios de uma ou duas “pints” (quartilho) de cerveja com os amigos.Alerta. Por outro lado, o consumo excessivo de bebida alcoólica no fim de semana pode causar danos duradouros ao fígado, de acordo com pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos.A pesquisa revelou uma ligação única entre o consumo excessivo de álcool e o risco de desenvolver doença hepática alcoólica e uma variedade de outros problemas de saúde.“Em nossa pesquisa, descobrimos que o consumo excessivo de álcool tem um efeito profundo sobre o fígado em vários modos de exposição ao álcool. Não podemos mais considerar o consumo crônico de álcool como o único fator no desenvolvimento de doença hepática alcoólica”, afirma o autor Shivendra Shukla.

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