Despejados fecham rodovias e deixam trânsito caótico

Manifestantes contrários à desocupação de terreno protestaram interditando a LMG–808 e a BR–040; barracões foram destruídos por tratores durante a ação

iG Minas Gerais |

Cerca de 35 moradores do bairro Tupã, que sofreram com a reintegração de posse dos terrenos onde viviam, fizeram manifestação em frente à Prefeitura de Contagem, na tarde desta quinta-feira (31). De acordo com informações da Polícia Militar, os manifestantes se reuniram na rua Domingos Diniz Moreira, no bairro Camilo Alves.[NORMAL]Cerca de 35 moradores do bairro Tupã, que sofreram com a reintegração de posse dos terrenos onde viviam, fizeram manifestação em frente à Prefeitura de Contagem, na tarde desta quinta-feira (31). De acordo com informações da Polícia Militar, os manifestantes se reuniram na rua Domingos Diniz Moreira, no bairro Camilo Alves.    Na manhã da última terça (29), a LMG–808 foi fechada pelos manifestantes depois que a PM iniciou as ações de reintegração de posse no terreno. A rodovia permaneceu fechada por dez horas, causando um congestionamento de aproximadamente 8km. Foi o segundo dia consecutivo de fechamento da via. “Estou parado aqui novamente. Eles não podem prejudicar as outras pessoas assim. Tem muito pai de família tentando trabalhar”, enfatizou o motorista de ônibus Edson Sá, 45.   De acordo com o major Sérgio Dourado, assessor de imprensa da 2ª Região da PM, a Polícia Militar tentava negociar a saída dos invasores desde agosto. “Avisamos que a reintegração aconteceria no dia 29 de outubro e que eles deveriam arrumar lugar para ficar”.   Rafael Bittencourt, integrante do movimento Brigadas Populares, disse que a população espera que a Prefeitura de Contagem faça uma “negociação justa”. “Eles exigem o reassentamento das famílias e bolsa-moradia. Não é certo pegar essas pessoas, que investiram algo nesse terreno, e jogá-los na rua”, protestou.    Segundo a Prefeitura de Contagem, 150 famílias viviam na ocupação de um terreno particular. No entanto, a família do dono do local, já falecido, ganhou na Justiça o direito de retomar a posse. Ainda segundo o executivo municipal, a invasão foi feita em uma Área de Proteção Ambiental e estava colocando em risco a lagoa Vargem das Flores, que abastece mais de 400 mil famílias da região metropolitana.    Em contrapartida, líderes da ocupação contestam a informação da administração municipal e afirmam que 3.000 pessoas viviam no local.    Mais protestos Outro protesto em solidariedade aos moradores da ocupação - chamado de “Trancaço”- deixou o trânsito caótico na BR–040, próxima à Ceasa. A rodovia ficou fechada por cerca de quatro horas. A retenção alcançou o Anel Rodoviário, que registrou mais de 3km de congestionamento.  Na manhã da última terça (29), a LMG–808 foi fechada pelos manifestantes depois que a PM iniciou as ações de reintegração de posse no terreno. A rodovia permaneceu fechada por dez horas, causando um congestionamento de aproximadamente 8km. Foi o segundo dia consecutivo de fechamento da via. “Estou parado aqui novamente. Eles não podem prejudicar as outras pessoas assim. Tem muito pai de família tentando trabalhar”, enfatizou o motorista de ônibus Edson Sá, 45. De acordo com o major Sérgio Dourado, assessor de imprensa da 2ª Região da PM, a Polícia Militar tentava negociar a saída dos invasores desde agosto. “Avisamos que a reintegração aconteceria no dia 29 de outubro e que eles deveriam arrumar lugar para ficar”. Rafael Bittencourt, integrante do movimento Brigadas Populares, disse que a população espera que a Prefeitura de Contagem faça uma “negociação justa”. “Eles exigem o reassentamento das famílias e bolsa-moradia. Não é certo pegar essas pessoas, que investiram algo nesse terreno, e jogá-los na rua”, protestou. Segundo a Prefeitura de Contagem, 150 famílias viviam na ocupação de um terreno particular. No entanto, a família do dono do local, já falecido, ganhou na Justiça o direito de retomar a posse. Ainda segundo o executivo municipal, a invasão foi feita em uma Área de Proteção Ambiental e estava colocando em risco a lagoa Vargem das Flores, que abastece mais de 400 mil famílias da região metropolitana. Em contrapartida, líderes da ocupação contestam a informação da administração municipal e afirmam que 3.000 pessoas viviam no local. Mais protestos Outro protesto em solidariedade aos moradores da ocupação - chamado de “Trancaço”- deixou o trânsito caótico na BR–040, próxima à Ceasa. A rodovia ficou fechada por cerca de quatro horas. A retenção alcançou o Anel Rodoviário, que registrou mais de 3km de congestionamento.

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