A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Seguindo a linha de defensor das categorias de base do Galo, hoje eu quero falar do time júnior, que anda fazendo bonito demais. Venceu o Santos por 2 a 0 na terça-feira, no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil sub-20, e agora pode até perder por um gol de diferença na volta que ainda assim se classifica pela segunda vez consecutiva para a finalíssima do torneio. O grande destaque da partida foi o atacante Carlos, que começou no banco porque estava com uma lesão, mas entrou no segundo tempo e marcou dois belos gols, ratificando a vitória do Galinho. O que joga bola esse Carlos é impressionante! Ouçam o que eu digo, o menino ainda vai dar muitas alegrias à Massa, podem anotar. Agora uma nota triste: meus sentimentos ao grande amigo Adair e família que, nesta semana, se despediram de sua preciosa mãe. Deus os conforte.   A voz Celeste O Cruzeiro está de alto astral e se preparando para vencer o Santos. Mesmo com o título praticamente garantido, não tem moleza na Toca. O maior de Minas sabe da importância que tem a vitória em cima do Peixe. Tem um jogador no elenco celeste que vive a expectativa em contagem regressiva para a conquista do título. É o maior ídolo do Cruzeiro: o goleiro Fabio. Se existem jogadores que merecem mais do que outros, o muralha azul merece mais do que qualquer outro. Tanto merece que estou começando uma campanha, junto aos torcedores e colegas da imprensa, para que possamos eleger Fabio como o melhor jogador do Brasileirão. Nós que acompanhamos o dia a dia do Cruzeiro sabemos da importância desse atleta no grupo. Mais do que títulos, ele conseguiu evitar o rebaixamento para a segunda divisão. Caravanas para Santos: CGE, (31) 3391-3466; Torcida Jovem, 9223-8034 ou 3473-4391.   Avacoelhada O América novamente desperdiçou uma grande oportunidade de conquistar três pontos. Claudinei foi o destaque do time americano na derrota para o Paysandu por 1 a 0. A importância do volante representou a repetição dos antigos defeitos. Excessivos erros de passes, baixa qualidade na criação das jogadas, poucos cruzamentos precisos dos laterais e baixo poder ofensivo. Apesar da necessidade de vitória, Silas escalou só um atacante. Alessandro ficou isolado no ataque. Elsinho e Danilo repetiram a improdutividade e ineficiência na busca da linha de fundo. Elvis, Bady e Willians demonstraram dificuldades na realização das tabelas, articulação e finalizações. Willians foi o que mais se aproximou de Alessandro, ainda assim, com falhas no último passe, além da irresponsabilidade e da falta de inteligência futebolística no lance da expulsão.

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