Balanço é positivo apesar dos números

iG Minas Gerais |

Presidentes de associações de municípios acreditam que as emancipações ajudaram a diminuir a as desigualdades entre os antigos distritos e as sedes.   O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, explicou que, sem estrutura administrativa própria, os distritos estariam em pior condição hoje. “Os distritos recebiam menos recursos e não tinham os serviços básicos que uma cidade deve ter. De uma maneira geral, foi positivo ao longo dos anos”, analisou. Ziulkoski ainda contesta o IDH. Para ele, o indicador não revela a real situação de um município. “Ele só considera longevidade, educação e renda. Faltam muitos outros fatores a serem analisados”, aponta. Para o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Antônio Andrada, o que deve mudar é o pacto federativo. “Com 5.000 ou mil cidades, as dificuldades seriam as mesmas. A concentração de recurso da União prejudica do mesmo jeito.” Municipalismo Diferença. Para Ziulkoski, o Brasil tem poucos municípios. Ele cita os EUA, que têm 156 mil cidades, e a Alemanha, que tem 40 mil, como exemplos de descentralização de poder.

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