Associação de tênis feminino quer coibir gritos excessivos

A ideia partiu da presidente da WTA para evitar que público e oponentes se incomodem

iG Minas Gerais | da redação |

CZAREK SOKOLOWSKI
Alto demais. Sharapova é uma das atletas que poderá ser punida em 2014 por gritos durante os jogos
A WTA (Women's Tennis Association) pensa em banir das quadras os gritos excessivos das tenistas, segundo informou, ontem, o jornal “US Today”. A Associação Feminina de Tênis vai realizar testes a partir do segundo trimestre do próximo ano, que vão medir o barulho causado pelos gritos das tenistas. O objetivo é que os abusos, bastante constantes nos torneios atuais de tênis feminino, sejam proibidos. “Temos que coletar mais dados e mais testes que devem ser feitos em diferentes condições. Há uma variedade de ambientes: lugares abertos, fechados, grandes e pequenos estádios, pisos diferentes e outros. Estamos dispostos a criar uma estratégia que venha coibir o grito excessivo nos jogos, e acreditamos que será um processo para a próxima geração”, disse ao jornal a presidente da WTA, Stacey Allaster. Planejamento . A ideia não é nova. Presidente da WTA desde 2009, Stacey Allaster já manifestou em outras oportunidades a intenção de impor uma restrição aos gritos durante as partidas através da introdução de um medidor de som. Assim, as tenistas que abusarem poderão ser multadas pelo incômodo ao público ou à adversária. Entre as tenistas conhecidas pelas vocalizações excessivas durante as partidas que participam, que se destacam no circuito, estão a bielorussa Victoria Azarenka, número dois do ranking mundial e a russa Maria Sharapova, quarta melhor tenista do mundo segundo a WTA. Diante da mudança, elas terão que se adaptar ou assumir as punições que devem aparecer em forma de multa.

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