Marcela Bellas mostra o que é que a baiana tem

Cantora apresenta repertório de seu segundo disco, no projeto Mistura Minas hoje, no Teatro Bradesco

iG Minas Gerais | THIAGO PEREIRA |

SORA MAIA/DIVULGAÇÃO
Leveza. Cantora baiana garante que seu trabalho é pop pautado por ritmos dançantes e temas leves
Marcela Bellas não esconde de onde vem sua música: “Tudo passa pela Bahia, de Dorival Caymmi até Luiz Caldas”. Os ritmos de seu Estado natal se espalham, em fartas porções, na sua discografia. Seu segundo CD solo, “Chega de Chorar de Amor!” mantém essa opção estética, alinhada com “muitas outras coisas, como Bob Marley, Jackson Five”, como ela diz. É música bastante orientada para os quadris, portanto, quem for ao show de lançamento do disco no Teatro Bradesco hoje, pode esperar muitos balanços. E como o título promete, o romantismo chega leve, sem lamúrias. “Vem com um outro clima, ‘pra cima’, de amores que deram certo ou que, se deram errado, valeram a pena tentar”, explica. O novo álbum será apresentado na íntegra, junto com algumas músicas de trabalhos anteriores, como “Alto do Coqueirinho” e “Por Outro Lado”. Estas chegam também envelopadas em versões mais dançantes, seguindo a proposta reggae que marca o novo álbum. Além disso, pintam releituras como “All Star”, de Nando Reis e “Telúrica”, de Baby Consuelo. A cantora, aliás, é um grande diapasão para Bellas. “Ela me agrada sempre. Escolhi ‘Telúrica’ porque a ideia de fé é uma coisa muito forte no meu trabalho, em canções minhas como ‘Orai’. Fé na vida, nas pessoas, no que virá. ‘Telúrica’ é isso, de não aceitar o preconceito, a intolerância religiosa, uma mensagem que bate muito em mim”, justifica. O show tem a participação especial da mineira Érika Machado com quem ela confessa ter afinidades na “coisa do pop dançante, leve”. Agenda O QUÊ. Mistura Minas com Marcela Bellas QUANDO. Hoje, às 20h30 ONDE. Teatro Bradesco (rua da Bahia, 2.244, Lourdes) QUANTO. R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira)

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