Após mais um ataque, "Tarado do Dona Clara" está perto de ser identificado

Novo abuso ocorreu dentro de uma escola, no bairro Jaraguá, na Pampulha, e serviu de pista para a polícia

iG Minas Gerais | MÁBILA SOARES |

Reprodução
Homem foi reconhecido por uma das vítimas
O homem que ficou conhecido como “Tarado do Dona Clara” fez mais uma vítima, nessa segunda-feira (28), e está perto de ser identificado. O novo ataque ocorreu dentro de uma escola, no bairro Jaraguá, na Pampulha, e serviu de pista para a polícia.  Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil (PC), a jovem diz que foi molestada por um homem que possui as mesmas características do maníaco: cerca de 25 anos, magro, alto e branco. Ela registrou um boletim de ocorrência e deve ser chamada para depois, de acordo com a delegada Iara França, da Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA), responsável pelo caso.  O local do novo ataque será investigado, já que a polícia desconfia que o suspeito possa ser um dos funcionários da escola. Para não atrapalhar as investigações, o nome da instituição de ensino não foi divulgado.  "Dona Clara pede socorro" Esta é a décima primeira vítima do maníaco, que sempre ataca jovens entre 11 e 22 anos nos bairros Dona Clara, Jaraguá e Liberdade, na região da Pampulha. Moradores mobilizaram a campanha “Dona Clara pede socorro”, colocando, inclusive, faixas de alertas sobre os ataques pelas ruas dos bairros. Por meio de imagens das câmeras de segurança de uma empresa localizada na região, uma das vítimas reconheceu o motociclista. Ele usava roupas escuras e age sempre em uma moto Dafra de cor preta. Os crimes acontecem há cerca de 40 dias. Por enquanto não foi possível fazer um retrato falado, uma vez que a única imagem do suspeito foi retirada da câmera de segurança da casa da garota de 17 anos que registrou a ocorrência. “Além disso, nossa equipe está na região para ouvir moradores e tentar levantar outras imagens de câmeras, que possam mostrar mais da aparência desse homem”, disse a delegada Iara França. Quem tiver qualquer suspeita ou informação, pode ligar no Disque-Denúncia, 181.    

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