De jornalista a artista

Rosi abandonou a função de assessora para se dedicar ao universo das artes cênicas brasileiras

iG Minas Gerais |

Luiza Dantas/CZN/Divulgação
Rosi abandonou a função de jornalista para ser atriz
Depois de cinco anos dedicados ao jornalismo, em que trabalhou como assessora de imprensa, Rosi Campos decidiu seguir a carreira de atriz – função com a qual seu coração sempre bateu forte! Na faculdade de comunicação, ela atuou em alguns espetáculos. Todos voltados para a comédia e para os musicais. Em 1989, ela criou o grupo Circo Grafitti, que desenvolveu a premiada “Você Vai Ver o Que Você Vai Ver”. Na TV, ela estreou na trama “Chega Mais” (1980). Nove anos depois atuou em “Cortina de Vidro”. No ano seguinte, ela esteve na trama “Brasileiros e Brasileiras”.Em 1994, ela foi para o SBT, na qual interpretou Paulette de “Éramos Seis”. No mesmo ano, viveu o papel que foi o grande impulso de sua carreira: Morgana do premiado programa infantil “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. Ainda em 1994, ela apresentou o programa “Telecurso 2000”.Na década de 90, Rosi participou das tramas “Cara e Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), “Hilda Furacão” (1998), dentre outras. “A Casa das Sete Mulheres” (2003), “América” (2005), “Chico Xavier” (2011), “Salve Jorge”, (2012) também contaram com seu talento. Atualmente, a atriz interpreta Miquelina da novela das seis, “Joia Rara”.No cinema, Rosi esteve em filmes como “Castelo Rá-Tim-Bum - O Filme” (1999), “Tapete Vermelho” (2006), “O Menino da Porteira” (2009) e “Chico Xavier” (2010).Nos mais de 30 anos dedicados à dramaturgia, Rosi não atuou apenas como atriz, mas também como produtora, roteirista e diretora.

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