Uma a cada seis crianças vivencia sintomas de trauma

iG Minas Gerais |

Nova York. A psicóloga Nancy Kassam-Adams é a principal autora de uma nova análise a respeito do estresse pós-traumático em crianças e pais depois de um ferimento infantil, cuja conclusão é a de que uma a cada seis crianças, e uma porcentagem parecida de pais, vivenciam sintomas significativos e persistentes.   Eles podem ter lembranças e sonhos importunos ou continuar evitando pessoas ou lugares que recordem as circunstâncias do ferimento ou a enfrentar problemas de humor, incluindo a depressão. Sem tratamento, isso pode prejudicar a recuperação física e emocional da criança. As pesquisas a respeito dos efeitos do estresse parental surgiram enquanto o tratamento do câncer pediátrico resultava em mais e mais histórias de sucesso, vitórias médicas que devolveram as vidas às crianças. Assistentes sociais e os funcionários das clínicas – além dos pais em si – começaram a fazer perguntas sobre como ajudar as famílias a tocar o barco com essas infâncias recuperadas de forma triunfal. Parte das estratégias e descobertas obtidas com esse corpo de pesquisa já é visível na maioria dos hospitais infantis: um lugar para os pais dormirem, até mesmo na unidade de tratamento semi-intensivo, incluir os pais nos círculos centrados na família, equipes afinadas em interpretar um comportamento extremo de um pai como um grito de ajuda, e não uma fonte de irritação e trabalho dobrado. (PK/NYT)

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