Marcos Palmeira se filia a PSB e nega candidatura em 2014

O autor declarou não se candidatar no próximo ano e ainda sugeriu o nome do deputado Miro Teixeira (Pros-RJ) para o governo do Rio

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

João Miguel Júnior/TV Globo
Marcos Palmeira se filia ao PSB e pode ser candidato
O ator Marcos Palmeira, de 50 anos, filiou-se recentemente ao PSB e passou a ser cotado para disputar o governo do Rio em 2014. Caso lance a candidatura, pode ter como um dos adversários outro novato na política: o treinador de vôlei Bernardinho, que se filiou ao PSDB em agosto deste ano. Mas Palmeira nega a intenção de se candidatar. "A filiação ao partido foi um ato simbólico de apoio à Rede! Não estive com Eduardo Campos (governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB) nem fui convidado a ser candidato a nada, apenas participo das discussões com Marina Silva na Rede por um Brasil novo!", afirmou Palmeira em nota, famoso por personagens como o Gumercindo, da novela Porto dos Milagres (2001), e Cazuza de Saramandaia (2013). "Fui sondado, mas não veio nada através da Marina, e meus passos são dados muito em cima do que eu acordo com a Marina. Teve uma reunião do Campos com alguns artistas, e me ligaram e disseram: se prepara que você vai ser candidato. Achei tudo muito louco, já queriam formar o meu grupo de trabalho, mas não tem a menor condição. Ainda temos de achar esse nome para o Rio", afirmou o ator. Palmeira sugeriu o nome do deputado Miro Teixeira (Pros-RJ) para o governo do Rio: "Dos políticos tradicionais, eu acho que ele poderia trazer alguma credibilidade", afirmou o ator, que disse "simpatizar" com Campos. "Ele nunca me ligou. Tenho mil questões em relação ao PSB, mas simpatizo com ele, acho que a Marina pode dar para ele um gás de se livrar dessa velha política", disse. Palmeira não descartou ingressar na política em 2018, já pela Rede (partido que Marina tentou criar, mas não foi legalizado a tempo de disputar a eleição de 2014). "Não está nos meus planos, mas eu passei a pensar nisso, no que eu poderia ser. Pro Senado? Talvez, mas não é o meu perfil. Não tenho mesmo essa pretensão e nem tempo hábil para me dedicar à política. Acho que posso ajudar de formas muito mais interessantes. Mas a Marina se tornando presidente, aí a coisa muda, é quase que o cidadão falando mais alto", disse. Com Agência Estado

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