Motivada com o novo desafio

Atleta tenta passar ao time experiência internacional adquirida em Grand Prix

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Douglas Magno FOTO: Douglas Magn
undefined
Uma das principais contratações do time feminino de vôlei do Minas Tênis Clube, para a temporada 2013/2014, ainda se adapta à cidade e ao novo ambiente de trabalho, mas já mostra alegria e satisfação por jogar em uma das principais ligas do mundo. A central porto-riquenha Lynda Morales chegou ao clube com status de musa e a beleza tão falada, antes mesmo de sua chegada, pode ser comprovada a cada partida da equipe. A oportunidade mais recente de vê-la de perto aconteceu na última terça-feira, em confronto contra o Sesi-SP, quando o Minas perdeu por 3 a 0 para uma das principais forças do vôlei nacional.   Muito mais do que a forma física em dia, Lynda Morales mostrou uma simpatia impressionante, com sorriso no rosto, apesar do cansaço pós-partida e boa vontade de tentar ser compreendida. Ainda sem dominar a língua portuguesa, ela tenta usar o espanhol para se comunicar, mas também deixa claro que o inglês pode ser uma opção. A ajuda que ela tem recebido do grupo contribui para que ela se sinta, cada vez mais, em casa. “Fui muito bem-recebida pelas meninas e pelos membros da comissão técnica. Todos estão sendo fantásticos comigo nestes primeiros meses. Esse suporte é fundamental para uma adaptação mais rápida, algo que sempre favorece quando se chega a um clube novo. Estou encantada com tudo que está acontecendo e bastante motivada para a minha sequência por aqui”, admite a central, que atuava pelo Guaynabo, de seu país, antes de ser contratada. Mesmo com 25 anos de idade e, recém-chegada ao clube, ela tem a função de passar a experiência internacional que adquiriu para as mais novas, que ainda estão no começo de carreira. A maioria das jogadoras comandadas pelo técnico Marco Queiroga jogam a Superliga pela primeira vez, e toda ajuda de jogadoras mais experientes é fundamental para o crescimento do time. Ela mostra não se incomodar com a função que tem, tanto dentro como fora de quadra, e parece disposta em ajudar no que for preciso, retribuindo o carinho recebido.“Sabemos que temos um time jovem e em fase de crescimento, que ainda tem muito para dar. Todo treino e jogo é uma oportunidade que temos para evoluir e tentar dar o nosso máximo. Temos que fazer o possível a cada partida em busca das vitória. O grupo está focado em busca deste novo patamar”, garante a jogadora, que defendeu seu país no Grand Prix deste ano. Em um dos maiores torneios intercontinentais envolvendo seleções, Porto Rico não foi bem e terminou na 18ª posição entre as 20 participantes. A campanha de apenas uma vitória em nove jogos não foi suficiente, ao menos, para deixar o time próximo da zona de classificação. Feliz no novo desafio, que está apenas começando, ela já assimila as diferenças do vôlei brasileiro para o porto-riquenho. “Aqui, a velocidade do jogo é maior e as jogadoras parecem ser mais inteligentes, exigindo muito a cada ponto. É preciso estar mais atenta”, comenta Morales.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave