A voz Celeste

iG Minas Gerais |

O jogo contra o Criciúma está sendo encarado como aquele da vida de todos na Toca da Raposa. Não é só mais uma final, é a final, em que precisamos da vitória para dar moral ao grupo e jogar água fria nos adversários. Com a vitória, vamos ter a certeza de que o maior de Minas não perdeu a motivação nem o foco no Brasileirão. Alguns colegas da imprensa disseram que a bruxa está solta na Toca. Não tem nada disso, as contusões são coisas do futebol, todo jogador está sujeito a isso e todos os clubes têm pelo menos dois jogadores no departamento médico. Neste sábado, vou participar de um jogo beneficente em Pitangui, no campo do CAP, às 16h, com renda revertida para o asilo Padre Américo. Reinaldo, Euler, João Lucas e Diogo, Marcelinho de Lima, Paulo Roberto Prestes, Toledo, Renê, Tiago Lousada, Lelei, Gereba, China, Gilberto e outros confirmaram presença. A voz da Massa Saudações alvinegras! O time de juniores do Galo, comandado pelo excelente Rogério Micale, venceu, na última quarta-feira, por 2 a 0, o Coelhinho avançou às semifinais da Copa do Brasil sub-20 e caminha a passos largos para o título. Agora vai pegar o Santos. No ano passado, o Galinho “bateu na trave”, pois perdeu a final para o Vitória. Quem nos acompanha neste espaço sabe que eu sou um ferrenho defensor das categorias de base do Galo. Dela, grandes tesouros já surgiram e vão continuar surgindo, frutos do trabalho sério e competente que é feito lá. Conheço alguns dos seus profissionais, e dizer que seriedade e competência são palavras de ordem para eles não é exagero. Querem um exemplo? O meu grande amigo Kanela, treinador do time sub-13, que treina os meninos no intuito de formar craques completos. Forte abraço, Kanela, e dá-lhe, Galinho! Avacoelhada Na Copa do Brasil sub-20, o América desperdiçou grande oportunidade de eliminar o Atlético e garantir vaga nas semifinais da competição. Nos dois confrontos, o posicionamento tático dos meio-campistas e dos dianteiros foi ineficiente. Júnior Lemos, na função de atacante aberto pelos lados; Renatinho, isolado na criação; e Xavier, improvisado na lateral esquerda; renderam menos que podem produzir. A falta de qualidade na criação gerou poucas finalizações e, consequentemente, poucos gols. Em seis jogos, o Coelhãozinho só marcou três gols e apenas um feito por atacante. Pelo lado positivo, anteriormente, muitos jogadores demonstraram potencial para serem aproveitados no profissional: Hugo, Glauco, Bruno, Jean Pierre, Anderson, Marquinhos, Carlos Renato, João Vitor, Luis Felipe, Diego, Júnior Lemos, Renatinho, Xavier, Assis e Vitinho.    

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