Renato Gaúcho exalta Dida e defende atacantes após vaga

Goleiro veterano defendeu três cobranças de pênalti do Corinthians e foi herói da classificação gremista à semi da Copa do Brasil

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Jefferson Bernardes/ Agência Preview
Goleiro defendeu três pênaltis contra o Corinthians e foi heroi do Grêmio
O técnico Renato Gaúcho já sabe que não terá nenhum dos seus atacantes titulares para enfrentar o Atlético Paranaense no jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil. Vargas levou o cartão vermelho contra o Corinthians, enquanto Barcos e Kleber receberam o terceiro amarelo. Motivo para bronca? Não na cabeça do treinador, que promete dar um beijo em cada um dos três, por terem ajudado a equipe a se classificar. "Vou dar um beijo em cada um. Tem horas para dar puxão de orelha tem hora para dar carinho. O jogo é pegado, é disputado. Já estive lá dentro, sei. Tem que ter sangue de barata e às vezes não tem. O Barcos tomou o amarelo parando um contra-ataque. O Kleber teve desentendimento com o Fábio Santos. Não vai ter puxão de orelha. Fizeram uma grande coisa hoje (quarta)", comentou Renato Gaúcho. Outro que merece muitos beijos do treinador é Dida. O goleiro, com seus 40 anos, pegou três pênaltis e classificou o Grêmio para as semifinais. Além das batidas de Danilo e Edenilson, segurou também a última, cobrada de forma displicente por Alexandre Pato. Renato Gaúcho, porém, conta que alertou o goleiro que o atacante bateria no meio. "Os méritos todos são do Dida. Passei um pouco da minha experiência, só. Quem defende é Dida. A única coisa que alertei, avisei ele, é que se o Pato fosse bater o pênalti era para esperar até o último minuto, porque o Pato ia querer bater no meio. Os méritos são do Dida e do Rogério, treinador de goleiros", comentou Renato. O treinador gaúcho voltou a exaltar, assim como já havia feito quando o Grêmio ganhou do Corinthians no Brasileirão, o fato de o time dele ter batido o campeão mundial. "Era uma equipe difícil de tomar gol. Pelo que eu vi na partida, meu time foi melhor. Furamos algumas vezes o bloqueio do Corinthians, mas a bola não quis entrar. Tínhamos uma missão hoje (quarta): passar pelo campeão do mundo. Não era nada fácil, mas passamos."

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