Gilvan pede mais ‘civilidade’

iG Minas Gerais | Débora Ferreira |

FERNANDA CARVALHO / O TEMPO
Gilvan acredita que o Cruzeiro será absolvido amanhã no STJD
As recentes confusões de alguns torcedores integrantes de organizadas do Cruzeiro têm causado prejuízos financeiros ao clube, que agora também corre o sério risco de ter que jogar no interior. Diante disso, o presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, se manifestou e pediu que torcedores tivessem “bom comportamento” nas arenas.   “Tenho muita esperança de que, no julgamento de quinta-feira, haja uma absolvição. De qualquer forma, fica um aviso para a torcida, porque não é possível termos um comportamento desse tipo. Se tem desavenças, que resolvam de outra forma, não dentro do estádio. É uma demonstração de falta de civilidade. Futebol a gente tem que disputar com galhardia, com muita força, com muito vigor, muita vontade de ganhar, sem trazer transtornos para outros torcedores que estão lá para ver o espetáculo”, disse o dirigente, na manhã de ontem, durante solenidade para o Sada Cruzeiro na Cidade Administrativa. Gilvan também não poupou críticas ao Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBDJ), que propõe a perda de um a dez mandos de campos para os clubes nos casos de problemas com a torcida. “Eu acho que esse tipo de punição é errado. Foi colocado no código como uma forma de inibir os torcedores, e não tem inibido. Acho um absurdo que, por causa de o procedimento de uma, duas ou quatro pessoas, uma ‘nação’ pague por isso. Veja o exemplo da torcida do Corinthians, que cometeu aquele ato de barbaridade lá na Bolívia, e as mesmas pessoas voltaram a cometer os mesmos atos aqui no Brasil”, reclamou o dirigente celeste. 

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